quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Raios de amor e esperança.






                    RAIOS DE AMOR E ESPERANÇA.


                            Saudações aos nossos visitantes.


Sou imensamente grato a ti, meu amigo, minha amiga por sua visita. Se você tem os olhos e o coração voltados à literatura e as artes, como um todo, desejo que ao passear pelo nosso Blog sinta-se a vontade e que os temas aqui apresentados lhes tragam momentos de lazer e reflexão. Eles serão acessados por meio de menus localizados na parte de cima desta página que está lendo, e logo baixo do cabeçalho de apresentação do Blog.
Estamos ainda nas construções iniciais das páginas e trabalhando com muito empenho para que em breve, a cada visita sua, encontre inúmeras e interessantes novidades.

Esclarecemos ainda que muitas das imagens usadas no nosso Blog fazem parte de uma belíssima coleção do site Pixabay. Os que contribuem para o site, doando imagens, abrem mão, aqueles que têm; de seus direitos autorais.
                

                           Sejam todos muito bem-vindos!

                                         Jaime D’aquino.


                     



Breve biografia do escritor, Jaime.


        
BREVE BIOGRAFIA DO ESCRITOR JAIME.

Jaime D’Aquino sempre residiu no Estado do Rio de Janeiro, sua querida terra natal.
Não possui reais ou fictícios títulos de doutor, filósofo, palestrante... Nada que possa induzir seus leitores a vê-lo como uma figura que não é.
Nos contextos das suas obras é exibido pura e simplesmente, o que aprendeu nas escolas da vida, nas superações dos obstáculos por ela oferecidos.
A seu ver, nada é mais genuíno que a fluidez das inspirações interiores. Por meio delas desenvolveu cinco livros, todos escritos há seus tempos certos. Muitos ensaios permanecem fluindo e, frente a seu computador, após metódicas verificações, os transforma em textos de amor, fé e esperança.

Diferenças.

                        DIFERENÇAS.


Em todos os seres humanos, por menor que sejam as diferenças, nos mais variados aspectos, entre os indivíduos, elas sempre existiram e torna cada um deles, único.
Sabemos das afinidades que levam pequenos grupos de pessoas e até mesmo legiões delas, a gostarem de terminadas coisas, porém, nenhum elemento que componha estes grupos ou legiões têm, em relação aos objetos de suas predileções, idênticas reações.
Assim somos todos nós, seres humanos; nas formas, nas preferencias e nas desigualdades. Por ínfimas que se apresentem, não fazem parte apenas dos processos que regem as vidas dos humanos, mas de tudo que existe no nosso mundo e em todo o Universo.
De minúsculas as extraordinárias diferenças se formam os fundamentos das dinâmicas da vida, da grandiosidade de um único todo! 

                                        Jaime D'Aquino

A travessia.


                                    A TRAVESSIA.

Qual estrada você atravessa atualmente na sua vida? Seus passos por ela são firmes, decididos ou vacilantes?

Nunca podemos escolher, de forma absoluta, quais caminhos a percorrer, ou seja, a vida não é feita de escolhas, como muitos supõem e, mesmo pregam.
Tudo o que fazemos é determinado por impulsos provindos dos mais profundos recônditos dos nossos âmagos, não de forma categoricamente volitiva. Observe que em certa circunstância, em determinada ocasião, - ontem, por exemplo, - aconteceu algo muito agradável em sua vida que você entendeu ter sido criado por sua vontade, mas que hoje, já em outra situação, o que foi agradável ontem, agora se tornou incomodativo e não é de sua vontade que tal coisa se repita. Será que o evento deleitoso mudou porque você escolheu errado, ou o bom e o ruim são determinados por circunstâncias que fogem ao nosso controle?
Já percebeu alguma vez que se agora você passa por certas tristes situações, fica imaginando: se antes tivesse escolhido de outro modo, ou fizesse isso ou aquilo de outra maneira tudo hoje seria diferente? Mas não, não seria. O que então acontece e as decisões passadas foram exatamente o que teria que acontecer, aceite isso ou não.
À vontade, o querer, o livre arbítrio, talvez seja algo tão difícil, mesmo impossível de se definir, como é definir o que seja a consciência e a compreensão plena de algo.
Por que vivemos e para que vivemos?
É uma questão filosófica que representa para nós, seres humanos, no estágio de compreensão em que nos situamos um enigma.
O ser humano sofre para entender o que seja sofrimento, vive a felicidade com o mesmo propósito e tudo na vida deve ser assim, enriquecer o nosso interior com experiências das mais diversas possíveis e é fundamental que elas sejam de fato compreendidas na íntegra por ele.
Se observarmos os elementos que fazem parte da natureza constatamos que todos passam por processos evolutivos incessantes e nós, humanos, somos igualmente parte integrante destes elementos.
Evolução em todos os sentidos nos garante, com boa margem de segurança, que no futuro distante teremos a compreensão de praticamente tudo.
Apenas abrangemos o que é experienciado e a compreensão somente será plena, real, quando todos, tivermos entendimentos Unos em relação a todas as experiências, o que representaria uma autenticação unânime e, mesmo que como indivíduos, seremos simplesmente um, em essência.
Imagine um grande lago e que ele represente tudo o que existe, com uma única e singular exceção; a “Suprema Inteligência”, na forma de um divino céu que paira sobre suas infinitas águas. Este lago é constituído por águas cristalinas, puríssimas, e originário de inumeráveis moléculas absolutamente iguais. Poderemos ser qual a esse lago e faltará única e exclusivamente, experienciar - e já nos encontraremos muito próximos disso, - o que seja o Divino Céu sobre nós.
Representará a suprema experiência, a suprema comunhão com Deus! Todos e tudo, uno n’Ele.
Sempre tudo foi assim, porém nada É sem ser experienciado, compreendido na mais íntima essência.
A ciranda da Vida. - Ser e não ser, Idas e voltas, lembrar e esquecer - O eteno movimento!
                                     Jaime D'Aquino.                  

Alma do poeta.

                     ALMA DO POETA.


Nas descrições dos infinitos encantos transmitidos pelos elementos da natureza, quando ela seja o foco de inspiração, o poeta arrebatado, faz uso do pensar simplesmente com um gerenciador de instrumentos quais suas mãos para escrever ou palavras para declamar, pois elas emanam naturalmente da Alma sem a interferência dele. É algo como o que é visto e venerado, seja um reflexo dela, parte integrante de sua essência.
O pensamento, provindo da mente em seu estado ordinário, vê com olhos do corpo, entretanto pode transportar à Alma impulsos do belo, quando seus correspondentes se encontram nela.
Talvez isso explique porque um céu extasiante, uma linda flor, com abelhas servindo-se de seu néctar e levando seu pólen à perpetuação de semelhantes vidas, o doce silêncio de um Altar e tantas majestades do universo ao alcance de todos, quase nada representa para legiões de observadores.
O pensar de um poeta, sua natureza íntima, pode ser, em circunstâncias especiais, apenas compreendidos por outros poetas.

                                     Jaime D'Aquino.

Sempre insatisfeitos.

               SEMPRE INSATISFEITOS.


É muito comum no nosso país, o Brasil, assistirmos pessoas reclamando de tudo. Emprego para muitas delas inexiste, embora haja trabalho, nas suas mais variadas e honestas formas. Pais não encontram a maioria, escolas públicas para seus filhos, principalmente as de boas qualidades de ensino.  O sistema de saúde pública igualmente deixa muito a desejar e vai por ai a fora.
Protestam contra os governos, as desigualdades sociais, transportes, insegurança... Contra tudo.
As gerais insatisfações não atingem apenas as classes menos favorecidas, mas a todas, sem exceção. É muito comum, também, as pessoas acusarem seus semelhantes pelos mais diversos infortúnios que eventualmente se abatam sobre elas, se eximindo de quaisquer responsabilidades de serem pelos mesmos, vitimados.
Deveríamos todos compreender que colhemos o que plantamos. Os destinos são decretados por cada indivíduo e, assim sendo, se em nossos caminhos encontrarmos flores ou espinhos, os mesmos foram de alguma forma, por nós, neles colocados.
Quando alguém clamar por transformações benéficas, deveria primeiramente fazê-las acontecer em seu próprio âmago!

Do livro: O Mundo em que vivemos, por Jaime D’Aquino.